domingo, 9 de junho de 2013
CHA - Conhecimento / Habilidade / Atitude
Uma nova filosofia que surgiu nos últimos anos para avaliação profissional é o intitulado CHA - conhecimento, habilidade e atitude. Outro tema que vem ganhando força nas organizações é a Gestão por Competência. O governo federal tem exigido que seus órgãos comecem a pensar numa administração baseada em competências do servidor, algo bem utópico ainda, mas que eu acredito que deve ganhar força nos próximos anos. Eu vejo o CHA como uma ferramenta que pode ajudar na implantação da Gestão por Competência.
Conhecimento é o sabor teórico. O conhecimento, em geral, é tácito, presente apenas na mente do profissional. O grande desafio das organizações é transformar o conhecimento tácito em conhecimento explicito, em um patrimônio da organização. É fazê-lo fazer parte da estrutura da organização, estar disponível a todos, ser democratizado por toda a empresa. O saber fazer deve ser conhecido de todos, isso é vital para sobrevivência de uma organização.
Habilidade é o saber fazer. O ideal seria a junção de conhecimento e habilidade, mas essa combinação nem sempre é possível. Muitas vezes quem tem o conhecimento não é quem executa. A habilidade, em regra, depende de prática, treino, erros e acertos. A prática leva a perfeição. Só que quanto mais se sobe na hierarquia, mais teórico e menos prático se fica. Em quase toda organização profissional quem planeja não executa e como "teoria na prática é outra" o serviço que é executado é muito diferente do que foi pensado. É necessária uma maior aproximação da equipe que planeja com a equipe que executa. Como fazer isso é a questão. Vejo isso como um problema grave organizacional e que muito pouco tem sido feito para ser corrigido ou pelo menos amenizado.
Atitude está ligada a ação. Não adianta ter conhecimento e habilidade e não ter atitude. Atitude é querer fazer. Muitos profissionais estão poucos dispostos a ter atitudes de mudança. Sabem que se algumas coisas mudassem o resultado final seria melhor. Mas para que mudar o que de certa forma está dando certo? Essa atitude é necessária para ocorrer à mudança. Atitudes são necessárias para se mudar paradigmas.
Conhecimento se adquire estudando e habilidade vem com a prática. O grande problema que eu vejo é a falta de atitude, algo meio místico, algo que vem no DNA da pessoa, difícil de ser adquirido, difícil de ser aprendido.
Observe que eu disse difícil e não impossível. Só que para ter atitude é necessário atitude.
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Soluções rentáveis de energia e segurança
Perante uma realidade onde as organizações
sentem-se forçadas a “fazer mais com menos”,
as universidades precisam de abordagens
inovadoras para a criação de um ambiente de
aprendizagem melhor para os estudantes. O
gerenciamento eficiente do uso da energia nas
salas de aula, instalações de pesquisa, escritórios
e área residencial do campus, assim como a
segurança geral do campus, são elementos
chave para a criação de uma atmosfera onde os
estudantes, o corpo docente e o pessoal podem
se desenvolver.
Instituições de ensino com visão de futuro, que
procuram reduzir custos energéticos e otimizar
a segurança do campus, já começam a adotar
soluções integradas de infraestrutura que a
Schneider Electric oferece para enfrentar os
desafios econômicos e operacionais atuais.
Reduza as despesas de capital e aumente a
eficiência operacional
As tendências globais apontam os custos
energéticos como um dos pontos de partida
mais importantes dos orçamentos universitários
em todo o mundo. Mediante a implementação
de infraestruturas que integrem o gerenciamento
da energia, a segurança e os edifícios, as
universidades podem reduzir significativamente as
despesas de capital.
Por exemplo, a Universidade Aarthus, na
Dinamarca, executa todas as suas aplicações
em uma única rede. Eles podem melhorar
a produtividade e eficiência operacional, já
que os mesmos componentes são utilizados
pelos sistemas de gerenciamento predial e de
segurança. Se os gerentes de infraestrutura
precisam incorporar nova tecnologia, a plataforma
aberta e baseada em padrões permite que as
atualizações sejam acessíveis.
Garanta a segurança das pessoas e dos
ativos.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Ser um profissional ousado faz toda a diferença
É impressionante o número de pessoas que perdem grandes oportunidades na vida, porque não sabem ser ousados no momento certo.
Consideramos um profissional ousado aquele que:
1) Assume a dianteira de um projeto quando muitos se recusam.
2) Tem visão de passado, presente e futuro.
3) Sabe onde pisa.
4) Está sempre antenado com as novidades da sua profissão e cargo que ocupa.
5) Não rejeita trabalho.
6) Faz mais do que se é esperado dele.
7) Busca informações constantemente da sua área atuante.
8) Está sempre criando algo para melhorar sua performance.
9) Aprende ouvindo e pratica com sabedoria.
Quando estou realizando consultoria em empresas, percebo o quanto de funcionários aquela empresa tem de “pedras” brutas” que se lapidadas dariam maravilhosos diamantes.
O que falta nessas pessoas é a capacidade de assumir a responsabilidade diante do inesperado. É a sua falta de coragem que, muitas vezes, impede-o de crescer.
Se esses profissionais fossem melhor treinados, e esse é o meu papel e de tantos outros consultores pelo Brasil, na certa eles conseguiriam melhorar consideravelmente a sua atuação neste mercado que não aceita mais profissionais amadores.
É importante lembrar que ser ousado, profissionalmente falando, não é agir por impulso. Muito pelo contrário. É ir aprendendo tudo sobre sua profissão, para daí então, seguir adiante com coragem, inteligência e disciplina, mas sem medo de errar, pois quem age o tempo todo com medo de errar, atrai o mesmo para si.
Por essa simples razão, o profissional moderno precisa estar sempre em busca de novas e importantes informações que o ajudem a agregar valor na sua carreira.
Pense nisso e sucesso sempre!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Ser um profissional ousado faz toda a diferença
É impressionante o número de pessoas que perdem grandes oportunidades na vida, porque não sabem ser ousados no momento certo.
Consideramos um profissional ousado aquele que:
1) Assume a dianteira de um projeto quando muitos se recusam.
2) Tem visão de passado, presente e futuro.
3) Sabe onde pisa.
4) Está sempre antenado com as novidades da sua profissão e cargo que ocupa.
5) Não rejeita trabalho.
6) Faz mais do que se é esperado dele.
7) Busca informações constantemente da sua área atuante.
8) Está sempre criando algo para melhorar sua performance.
9) Aprende ouvindo e pratica com sabedoria.
Quando estou realizando consultoria em empresas, percebo o quanto de funcionários aquela empresa tem de “pedras” brutas” que se lapidadas dariam maravilhosos diamantes.
O que falta nessas pessoas é a capacidade de assumir a responsabilidade diante do inesperado. É a sua falta de coragem que, muitas vezes, impede-o de crescer.
Se esses profissionais fossem melhor treinados, e esse é o meu papel e de tantos outros consultores pelo Brasil, na certa eles conseguiriam melhorar consideravelmente a sua atuação neste mercado que não aceita mais profissionais amadores.
É importante lembrar que ser ousado, profissionalmente falando, não é agir por impulso. Muito pelo contrário. É ir aprendendo tudo sobre sua profissão, para daí então, seguir adiante com coragem, inteligência e disciplina, mas sem medo de errar, pois quem age o tempo todo com medo de errar, atrai o mesmo para si.
Por essa simples razão, o profissional moderno precisa estar sempre em busca de novas e importantes informações que o ajudem a agregar valor na sua carreira.
Pense nisso e sucesso sempre!
domingo, 17 de março de 2013
7 rituais para melhorar a produtividade no trabalho
A quantidade de trabalho acumulada na sua mesa só aumenta cada vez mais! Ainda assim seu chefe não alivia. Como manter a produtividade diante de tantos afazeres? O Empregos.com.br descobriu alguns rituais que prometem melhorar a sua produtividade!
1. Beba água quando acordar: A biologia ensina que o corpo perde água enquanto dormimos. Isto significa que, ao acordar, estamos realmente desidratados. Um copo de água assim ao levantar te ajuda a despertar melhor.
2. Faça um planejamento semanal: Para manter a produtividade no trabalho e enfrentar a diversidade de tarefas do dia a dia, é necessário dedicar tempo ao planejamento semanal. Nele devem ser inclusas todas as atividades da semana, sejam pessoais ou profissionais. A recomendação é planejar aproximadamente 70% do tempo, deixando os outros 30% para contingências e urgências.
3. Defina três objetivos: “Quais são as três tarefas mais importantes do meu dia?” Estabelecê-las ajuda a organizar o dia. Certifique-se de não encerrar o dia até concluí-las.
4. Utilize a tecnologia para organizar suas atividades: Encontre um modelo de organização e planejamento que mais combine com você. Pode ser o Outlook, Excel, Google Apps, SmartPhone ou mesmo uma agenda de papel, um caderno.
5. Fuja dos ladrões do tempo: São diversos os ladrões do tempo, e-mail, redes sociais, reuniões corporativas, falta de organização. Para se livrar dos piores inimigos da produtividade a recomendação é estabelecer horários para checar e-mail e navegar nas redes sociais.
6. Movimentar-se: Pode parecer clichê, mas é verdade: movimentar, pelo menos um pouco, o corpo pela manhã ajuda a manter a energia ao longo do dia e é uma prevenção para o estresse da semana.
7. Refletir: “O que me deixa bem?”, “O que precisa melhorar?”, “Por que agi assim?”. Deixar um espaço na sua agenda diária para reflexões como estas pode ajudar a entender melhor suas atitudes profissionais.
Steve Jobs
Você não consegue ligar os pontos olhando pra frente; você só consegue ligá-los olhando pra trás. Então você tem que confiar que os pontos se ligarão algum dia no futuro. Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, carma, o que for. Esta abordagem nunca me desapontou, e fez toda diferença na minha vida.
Steve Jobs
O poder da autoconfiança
A história a seguir é real e gosto muito de contá-la, pois mostra a importância da autoconfiança no desenvolvimento da carreira e conquista do seu espaço. Uma média empresa de consultoria de São Paulo, com aproximadamente 200 funcionários, realizava a cada duas semanas uma reunião geral com todos os seus 8 diretores. Um deles chamava-se Getúlio e era conhecido entre os colegas como ‘o mala’. Ninguém gostava dele porque ele tinha a mania de procurar ‘pelo em ovo’, ou seja, quando o grupo já tinha tomado uma decisão, ele sempre levantava um ponto: “Acho que não discutimos isso o suficiente” e fazia todo mundo voltar a debater o assunto. Uma reunião com o Getúlio levava sempre mais tempo, até uma hora a mais. Getúlio, ‘o mala’.
Nesta época, eu dava consultoria para esta empresa e uma vez um dos sócios me disse que pensava em dispensar o Getúlio. Perguntei por que ele faria isso e ele respondeu laconicamente: “Não precisamos de gente como ele aqui. Precisamos de pessoas que jogam junto, como um time e não do contra, como ele”. Então, fiz outra pergunta: “Alguma vez o Getúlio levantou uma questão que, depois de discutirem mais, vocês mudaram a decisão e a nova decisão acabou se provando melhor?” Ele respondeu que sim, inclusive mais de uma vez.
“Bem”, completei, “acho que o Getúlio é a pessoa mais importante que você tem na sua equipe". Ele parece ser o único que não se sujeita a votar pela maioria. Ele tem uma opinião própria e não tem medo de manifestá-la e lutar por ela. Isso é raro nas empresas. Normalmente as pessoas têm medo de serem diferentes, ou pior, não conseguem enxergar o que está na cara delas. Quando você encontra uma pessoa que vê o que ninguém viu, precisa mantê-la a todo custo, pois ela pode abrir os olhos de quem só tem uma visão da coisa.
Ele refletiu e acabou cedendo ao meu argumento. Getúlio continua lá, depois de quase 10 anos deste episódio. Mas a história não acaba aqui. Há dois meses encontrei o Getúlio e fomos tomar um café. Ele está muito contente na empresa, como responsável pela área de novos produtos. Apenas neste momento mencionei o que havia acontecido naquela ocasião. Ele ficou espantado, não sabia de nada e me agradeceu muito. Então, perguntei a ele: “Você não tem medo de ficar falando as coisas assim, na lata, sem se importar se vai agradar ou não? E se eu não estivesse lá? E se eu não intercedesse a seu favor? Você poderia ter perdido o emprego!”. A resposta foi surpreendente e representou uma grande lição para mim:
“Sabe o que é, Marcos? Eu não estou muito preocupado com emprego, não. Posso ter muitos defeitos, mas sou muito bom no que faço. Sei disso porque já recebi muitas ofertas para ir para o concorrente. Se eu tivesse perdido o emprego, sei que no dia seguinte já estaria empregado de novo, talvez até com um salário melhor. Só que eu gosto daqui, me sinto bem com as pessoas, sei que posso fazer a diferença e é exatamente por me importar que quero continuar.”
Trocamos mais algumas ideias e nos despedimos com o compromisso de mantermos contato. Enquanto via ele sair, pensei em como é importante o autoconhecimento, saber do que somos capazes, conhecer nossas limitações e potencialidades. É com este domínio que desenvolvemos a autoconfiança que nos dá liberdade e autonomia para arriscar, ir até os limites e fazer as mudanças necessárias em qualquer lugar.
No trabalho, deve-se buscar o equilíbrio entre profissional e pessoal
Saber se relacionar no mundo corporativo é uma questão importante na trajetória profissional. No entanto, para se aproximar e conquistar a confiança dos demais membros da equipe, alguns podem pensar que é necessário se tornar amigo da pessoa. Outros, por sua vez, com medo de problemas inerentes às amizades, preferem manter os relacionamentos do trabalho no âmbito estritamente profissional.
No entanto, a sugestão do especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional, Alexandre Prates, é buscar pelo equilíbrio. Prates explica que são erros comuns dos profissionais acharem que precisam construir amizades para se integrar na equipe ou conquistar a confiança de seus pares.
O que acontece é que as amizades, nas quais as pessoas expõem suas fraquezas, seus medos, suas opiniões, salvo em alguns casos de indivíduos muito maduros, pode gerar baixa produtividade.
Além disso, fica mais difícil de o profissional apontar os erros cometidos pelos seus colegas.
Estritamente profissional?
Se por um lado não é a estratégia mais indicada construir amizades com todos os membros da equipe, “as pessoas também erram ao achar que o relacionamento tem que ser estritamente profissional”, comenta Prates. De acordo com o especialista, o profissional não tem que pensar que não pode ter outro tipo de conversa na empresa senão sobre assuntos relacionados ao trabalho.
O que acontece é que, quando o relacionamento é somente profissional, deixa-se de lado o emocional, que é uma das esferas mais importantes para os seres humanos. “Não ter envolvimento emocional é um fator desmotivacional para as pessoas”, lembra Prates.
Além disso, boa parte do que se alcança dentro do mundo corporativo é na base do relacionamento. Assim, o contato mais próximo entre as pessoas vai ajudar a conquistar mais facilmente os objetivos, “todos precisam de outras pessoas”, observa Prates.
Não esqueça do futuro
Perceba, portanto, que para obter a confiança dos seus pares e líderes, e conquistar relacionamentos fortes, o profissional tem que mesclar uma certa dose de vínculo emocional com uma dose um pouco maior de cuidado com o que fala e como se comporta fora do escritório, e até mesmo dentro dele.
Nesse sentido, se a sugestão é participar de happy hour, conversar sobre aspectos da vida que não os relacionados ao ambiente profissional, cuidado com a transparência exagerada. Prates lembra que é, sim, preciso criar um vínculo, mas sem esquecer que no futuro seu colega pode ser seu chefe, ou que você pode precisar dele para uma nova posição.
Na prática, é essencial tomar cuidado com o que se fala. Construir credibilidade leva tempo, mas “para sujá-la é questão de segundos”, explica Prates. Se o ambiente profissional é um lugar de competitividade, isso não deve limitar que se construa relacionamentos mais amplos, desde que o profissional não prejudique sua própria imagem ao falar demais.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Você é mais Estratégico ou mais Operacional?
Você se considera mais estratégico ou mais operacional? Tem objetivos e metas bem definidas? Consegue pensar estrategicamente na vida pessoal e na profissional? Quando ouve falar de estratégia, o que lhe vem à mente? Tente fazer este exercício para entender o quão estratégico você é, ou não.
Na prática, a maioria das pessoas é operacional, comportamento herdado de seus pais e avós, filhos da Revolução Industrial que, há mais de duzentos e cinquenta anos, confinou os trabalhadores em ambientes fechados e criou uma legião de dependentes do emprego, do salário, da carteira profissional, dos benefícios, do crachá e outros símbolos não menos importantes.
Se fosse possível voltar no tempo, imagino que seria difícil lembrar-se do dia em que seu pai ou sua mãe reservaram um momento para ensina-lo a pensar de maneira estratégica ou a fazer planos de médio e longo prazo. Mas, não culpe seus pais por isso. Há pouco mais de vinte ou trinta anos, o mundo era diferente, limitado e as informações eram concentradas nas mãos de poucos.
Agora, não existe mais desculpa que possa justificar a falta de interesse pelo assunto. As informações estão disponíveis em milhares de sites na Internet, nos livros, nas palestras e treinamentos e, acima de tudo, nas salas de aula. Nunca se ouviu falar tanto em estratégia como nos dias de hoje, entretanto, vale a pena resgatar o conceito para tornar a sequência da leitura mais produtiva e interessante.
Estratégia, do grego stratégos (líder, general, senhor da guerra), tem origem nas ações militares, diretamente relacionadas com recursos limitados, incerteza da capacidade e das intenções do inimigo, compromisso irreversível dos recursos, necessidade de coordenar as ações à distância e no tempo, incerteza do controle da iniciativa e, por fim, natureza das percepções recíprocas entre os adversários.
Michael Porter, emérito Professor da Harvard Business School, considerado por muitos o Pai da Estratégia, estabeleceu alguns princípios universais da estratégia há quarenta anos, os quais são válidos até hoje. Segundo Porter, estratégia...
a) Trata das condições únicas a que uma empresa quer chegar;
b) Trata de coisas concretas;
c) É mais do que um conjunto de ações;
d) É deixar alguns clientes infelizes;
e) É testada todos os dias;
f) É uma corrida para se chegar a uma posição ideal;
g) É a criação de uma posição exclusiva e valiosa;
h) É efetuar trocas ao competir e escolher o que não fazer;
i) É diferente de visão, missão, metas e ações.
Fernando Luzio, autor de Fazendo a Estratégia Acontecer, define a estratégia como um conjunto de escolhas (e não escolhas) claramente definidas e implementadas que gera singularidade no mercado, e estabelece as principais rupturas que a organização deverá realizar para promover o crescimento sustentável e conquistar sua visão, de forma consistente com a missão e os valores.
Apesar de tantos clássicos mencionados, compartilho um conceito simplificado, encontrado apenas nos meus livros, o qual resume o significado do termo: estratégia é um caminho a ser seguido. E, nesse sentido, não existe estratégia certa ou errada. O que existe de fato são estratégias que deram certo ou errado, porém, você vai descobrir somente depois de coloca-las em prática. Simples na definição, complexo na execução.
Como saber se você é mais estratégico ou mais operacional? Vou ajuda-lo a refletir sobre a questão, por partes, a partir de novas perguntas e com base nos conceitos anteriormente relacionados.
1) Sua estratégia é um conjunto de escolhas? Quais são os seus objetivos de vida?
E as prioridades? Você dedica tempo para pensar na vida e na carreira em médio e longo prazo? Consegue se desligar um pouco da pressão diária para se dedicar à orientação e à melhoria do desempenho da equipe? Prefere executar ou delegar? Está aqui para sobreviver ou ainda tem tempo para se dedicar aos sonhos?
2) Sua estratégia está claramente definida e implementada?
Seus objetivos de vida estão claramente definidos no papel? Já pensou na sua visão e na sua missão? Sabe exatamente o que fazer para alcança-las no período estimado? Você é transparente com as pessoas em relação aos seus objetivos e metas? Existe um caminho a ser seguido?
3) Sua estratégia gera singularidade no mercado? Você é notável, generoso, artista?
Consegue tomar decisões com frequência? Conecta pessoas e ideais? O que você faz desperta sentido de contribuição e de realização? Beneficia as pessoas de alguma maneira? Contribui para o sucesso de outras pessoas?
4) Sua estratégia consegue estabelecer rupturas a fim de promover o crescimento sustentável de si mesmo e da sua empresa para conquistar uma visão de longo prazo?
Você tem a disciplina necessária para abrir mão do conforto temporário em troca de um benefício futuro permanente? Sua missão está em consonância com a sua visão? Você faz parte da massa que prefere a escravidão na segurança ao risco na independência? Você consegue abrir mão de fazer muitas coisas mal feitas para se dedicar a poucas ou a uma única coisa bem feita?
Não há como responder a todas essas questões quando você não dedica tempo para pensar estrategicamente. Isso vale para a sua vida pessoal e para o seu trabalho. Como diria Ralph Waldo Emerson, ensaísta norte-americano, pensar é a tarefa mais difícil que existe, motivo pelo qual poucas pessoas se dispõem a fazê-lo.
A questão é simples: se não dedicar tempo para pensar e estruturar suas ideias em relação ao futuro, ao desenvolvimento da equipe, ao crescimento do negócio, enfim, para fazer as coisas de maneira mais produtiva, não há como obter resultados mais promissores.
Há momentos em que é necessário isolar-se da multidão, refletir a respeito, dedicar tempo para encontrar novas formas de solucionar problemas antigos. Permita-se sonhar de vez em quando, compartilhar ideias, dividir problemas, confiar nas pessoas, pedir ajuda e buscar soluções conjuntas.
Operacionais são pressionados o tempo todo, portanto, sofrem mais. Estratégicos dedicam mais tempo para pensar, experimentar, mudar, encontrar novas formas de transformar a si mesmo e tornar o mundo melhor. Reflita sobre isso todos os dias: quanto mais operacional você for, menos estratégico você será.
Por fim, lembre-se, ninguém vai permiti-lo pensar de maneira estratégica. A pressão diária por resultados cada vez maiores ou melhores, por vezes insaciáveis, empurra a maioria das pessoas para tarefas repetitivas, exaustivas, monótonas, mal remuneradas e direcionadas para objetivos que nada tem a ver com a sua vocação.
Pense nisso, empreenda e seja feliz!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Empreendedor você sabe o que é um Nicho de Mercado?
Descobrir ou criar um bom nicho envolve seguir os 7 passos listados abaixo:
Hoje em dia, a tendência é de investir em nichos menores, mais específicos. Veja um exemplo: uma empresa que vende roupas para adolescentes (esse é um mercado muito amplo).
O seu empreendimento pode se sair melhor se você restringir mais o perfil do seu cliente. Que tal assim: roupas para adolescentes afro-brasileiros, do sexo masculino, com renda familiar de até R$5000,00 mensais, estudantes do 2º grau em escolas particulares. Viu a diferença?
Agora é só descobrir o que esse público específico deseja, compra e veste.
a) Você não pode ser tudo para todas as pessoas
b) "menor é maior." Seu nicho não é o mesmo que o campo em que você trabalha. Por exemplo, uma empresa de varejo de vestuário não é um nicho, mas um campo. Um nicho mais específico pode ser "a roupa de maternidade para mulheres executivas."
Para iniciar este processo com foco, use as técnicas abaixo, isso vai ajudar você:
- Faça uma lista de coisas que você faz melhor e as competências implícitas em cada uma delas.
- Liste suas realizações.
- Identifique as mais importantes lições que aprendeu na vida.
- Procure por padrões que revelam seu estilo ou abordagem para a resolução de problemas.
Por exemplo, se você passou 10 anos trabalhando em uma empresa de consultoria, mas também passou 10 anos trabalhando para uma pequena empresa, de propriedade da família, você pode decidir começar uma empresa de consultoria especializada em pequenas empresas, de propriedade familiar.
- Ele te leva aonde você quer ir, em outras palavras, ele está de acordo com a sua visão de longo prazo.
- Alguém mais quer, ou seja, clientes.
- É cuidadosamente planejada.
- É único (por exemplo, é o único jogo na cidade).
- Ele evolui, o que lhe permite desenvolver diferentes centros de lucro e ainda manter o core business, garantindo assim o sucesso a longo prazo.
Uma vez que o seu nicho foi estabelecido e bem recebido por seu mercado, você pode achar que seu trabalho terminou e agora é só esperar o lucro. Não é uma boa idéia.
Como o mercado está sempre evoluindo, sempre sofre mudanças, é importante que você acompanhá-lo bem de perto. Faça sempre os ajustes necessários e relacione-se com seu cliente. Essa relação é que vai indicar o rumo que você deve seguir.
Rume sempre na direção das necessidades do seu cliente e tenha sucesso!
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